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AS 12 DÚVIDAS MAIS COMUNS SOBRE EPICONDILITE LATERAL E MEDIAL (E SUAS RESPOSTAS)

  • 13 de junho de 2018
Epicondilite lateral e medial dúvidas

Neste artigo irei tratar sobre as dúvidas mais comuns que frequentemente nos enviam sobre Epicondilite Lateral e Medial:

Sempre recebemos diversas questões sobre as especificidades relacionadas à Epicondilite.

Mas, se você procura um conteúdo mais abrangente, logo no início do blog escrevi um artigo completo sobre epicondilite. É só clicar no link anterior para conferir.

Você pode ir até lá, se precisar compreender melhor essa degeneração crônica, e depois voltar para esta página para tirar as dúvidas que ainda restarem.

Então, sem mais delongas, vamos tratar das 12 dúvidas mais comuns partindo do início, para organizar o raciocínio:



O que significa a palavra epicondilite e o que é?

Antigamente achava-se ser uma inflamação do tendão do músculo que se insere no cotovelo, por isso o nome epicondilite (epicôndilo = parte do osso do cotovelo + ite = terminação que indica presença de inflamação).

Atualmente, porém, por meio de exames dos tecidos afetados durante as cirurgias, descobriu-se que se trata de uma degeneração crônica desse tendão e não de uma processo inflamatório.

Por isso o nome utilizado tecnicamente é tendinose.

Outro termo que pode ser usado é tendinopatia (patia=doença).

Qual a diferença entre tendinite e tendinose?

Quando o tendão é sobrecarregado por pesos excessivos ou movimentos rápidos se criam micro-lesões no tendão.

Estas micro-lesões geralmente são agudas, ou seja, aparecem de uma hora pra outra, o que causa a inflamação que tem o nome de tendinite.

A tendinose é quando o colágeno do tendão degenera, por causa de seu uso excessivo ao longo do tempo, chamado um uso crônico.

O aspecto dessa degeneração no ultrassom mostra um tipo de alteração do tecido do tendão, que não existe na inflamação aguda.

E o que isso muda na prática?

O tipo de tratamento pode apresentar algumas diferenças.

Além disso, novas terapias estão sendo desenvolvidas, com foco maior na regeneração do tecido degenerado do tendão.

Essas terapias são chamadas de ‘Terapias Biológicas’.

Qual a diferença entre epicondilite medial e lateral?

Os dois tipos de epicondilite são classificados segundo sua localização no cotovelo:

  1. A LATERAL, que acontece no osso do cotovelo, o que fica do mesmo lado do braço do polegar, quando a palma da mão olha pra cima) e;
  2. A MEDIAL, que se encontra do outro lado, internamente ao cotovelo.

Na epicondilite lateral os tendões dos músculos afetados são aqueles que permitem a extensão do punho (levantar o dorso da mão), em particular um músculo chamado extensor radial curto do carpo.

A epicondilite lateral também é conhecida como cotovelo de tenista e é aproximadamente três vezes mais comum que a epicondilite medial.

Já na epicondilite medial, também conhecida como cotovelo do golfista, os músculos afetados são aqueles que fazem a flexão do punho.

O que causa epicondilite?

Apesar dos nomes remeterem ao esporte, somente por volta de 10% dos casos são devidos à pratica esportiva.

De forma geral, qualquer movimento repetitivo do cotovelo, em particular do punho, ao longo do tempo ou suportando cargas de peso inadequadas, podem causar epicondilite.

Alguns exemplos são digitar no teclado e usar muito o mouse, cortar — no caso de cozinheiros ou açougueiros, pintar — no caso da construção civil, torcer roupa molhada, mas existem muitos outros.

Muitos trabalhos podem causar epicondilite, que , logo, é uma LER/DORT. Se quiser saber mais sobre essa condição, clique aqui, pois temos um artigo completo a respeito.

Um aspecto importante a se perceber é: se o movimento acontecer com a flexão de punho o risco é desenvolver epicondilite medial, mas se os movimentos repetidos dependerem da extensão do punho, então o risco vai ser a epicondilite lateral.

Quais os sintomas da epicondilite?

  • Dor e queimação na região lateral ou medial do cotovelo, podendo se estender pela face lateral do antebraço, até o punho e, também, no braço, em direção ao ombro. Essa dor é agravada pelos movimentos dos braço.
  • Fraqueza dos músculos do antebraço e do punho, levando à dificuldade em segurar objetivos, mesmo os mais leves, como uma xícara, por exemplo.

Quem tem maior risco de desenvolver epicondilite?

Homens e mulheres em igual possibilidade, geralmente na quarta e quinta década de vida, com acometimento mais frequente do braço dominante (destro ou canhoto).

Como é feito o diagnóstico?

Geralmente é suficiente que o médico faça uma boa anamnese (história do paciente) e um exame clínico atencioso, apalpando a superfície lateral e medial e outras estruturas do cotovelo e do punho e aplicado alguns testes.

Pode-se fazer necessário o exame clínico do ombro.

Se o médico solicitar exames pra confirmar o diagnóstico ou eliminar as dúvidas, ele poderá pedir:

  • Raio-x: O raio-x não é um bom exame para observar tendões, porém o medico poderá excluir outras patologias das quais suspeitava podendo envolver os ossos, bem visíveis neste tipo de exame.
  • Ultrassom: é relativamente barato e um bom instrumento para observar melhor o aspecto do tendão.
  • Ressonância magnética: é a melhor escolha para poder fazer o diagnostico com maior precisão, porém é mais caro e de difícil acesso. Pode ser indicada em caso de resistência da dor ao tratamento, para aprofundar o diagnóstico.

Epicondilite tem cura?

Na grande maioria dos casos a epicondilite tem um prognóstico bom, ou seja, que se resolve.

Para algumas pessoas, a doença pode desaparecer sozinha de um ano a um ano e meio após o surgimento dos primeiros sintomas.

Porém, pode-se lançar mão de diversas terapias para que a doença diminua mais rapidamente.

De qualquer forma, é recomendável procurar um profissional para um diagnóstico mais apropriado.

Quais os tratamentos para epicondilite?

Algumas opções são:

Fisioterapia

Com foco em exercícios de fortalecimento do antebraço e punho, em particular exercícios excêntricos, e alongamento. Atenção devera ser dada também à musculatura da escapula.

Mais abaixo, falaremos de remédios caseiros, onde você poderá encontrar alguns exercícios simples para fazer em casa.

Acupuntura

Estudos apontam que há benefício na diminuição da dor em curto prazo e é um tratamento sem riscos ou grandes contra-indicações.

Ondas de choque extracorpóreas

É um tipo de terapia que dirige ondas sonoras (não são choques elétricos) em frequências variadas ao tendão afetado.

Os estudos, embora não decisivos, mostram possibilidade de bons resultados.

Outras terapias físicas como TENS, ultrassom terapêutico e laser

Estudos mostraram benefício com o uso de ultrassom terapêutico e do laser.

Apesar do TENS ter pouco respaldo nas publicações cientificas tem uma ampla utilização na prática clínica e se utilizado de forma correta pode ser um coadjuvante na fisioterapia.

Remédios anti-inflamatórios não esteroides

Apesar do nome difícil, são os clássicos remédios anti-inflamatórios (contra a inflamação) e analgésicos (contra a dor) que o ortopedista ou o clínico geral receitam.

Os mais famosos são Ibuprofeno, Diclofenaco, Cetoprofeno, Piroxican e Nimesulida.

É extremamente comum os remédios anti-inflamatórios serem o primeiro recurso do médico, porém estudos mostram que o benefício geralmente ocorre apenas em curto prazo e, que se recorrer a terapias concomitantes, pode haver uma recaída.

Principalmente pelo fato da inflamação não ser o principal causador da epicondilite.

É importante ponderar seu uso, pois, como todos medicamentos, apresentam reações adversas.

Por isso não se pode abusar e sempre se atenha a indicação do médico e pedir ajuda para o farmacêutico quando necessário.

Uma outra opção medicamentosa são remédios antiinflamatórios não esteroides em forma de pomada ou creme, para serem usados diretamente no local.

Injeção de córtico-esteroide

Muito utilizadas pelos médicos até pouco tempo, hoje estudos mostram que apresentam efeitos somente em curto prazo, também com risco de recaída.

Apresenta muitas contra-indicações, por essa razão é utilizado somente quando considerado necessário.

Terapias Biológicas

As Terapias de Base Biológica relacionadas à Epicondilite se dividem em pelo menos três tipos:

Autohemoterapia (ou injeção de sangue autólogo) e injeção de plasma rico em plaquetas: resumidamente, são técnicas nas quais o sangue do próprio paciente é retirado para ser injetado no tendão afetado.

Esses métodos se baseiam no fato da epicondilite não ser uma inflamação, e sim uma degeneração, cujo reparo é feito pela estimulação causada pelo sangue ou plasma injetado.

Estudos preliminares mostraram resultados promissores, porém novas pesquisam se fazem necessárias e essas terapias ainda são consideradas controversas.

A Anvisa e o CFM (Conselho Federal de Medicina) criticaram a prática clínica dessa terapia, em uma nota de 2017, se posicionando favoravelmente à pesquisa cientifica prévia a aplicação clínica.

Um tratamento extremamente recente que precisa de mais estudos é a retirada de células da medula óssea (geralmente do osso pélvico) ou de grupos de células chamadas ténocitos, retiradas de outro tendão, que são em seguida injetadas localmente no paciente.

Nos casos onde a dor não responde a nenhum tratamento pode-se levar em consideração uma intervenção cirúrgica.

Não podemos esquecer que muitas vezes, apesar de estar se submetendo às terapias corretas, a pessoa afetada não consegue se livrar da dor porque não se afastou ou não encontrou soluções à situação causadora da doença.

Na maioria das vezes a causa da epicondilite é algum movimento repetitivo que acontece frequentemente, podendo estar acompanhado ou não de alterações de postura.

Para resolução desses problemas são essenciais a figura do fisioterapeuta e do terapeuta ocupacional.

Não hesite em procurar ajuda de um destes profissionais.

Exercícios de musculação para epicondilite

A musculação sem a supervisão de um profissional capacitado geralmente é contraindicada em casos de dor, aguda ou crônica.

Utilizar a musculação sem supervisão é válido quando executada corretamente, quando os sintomas da epicondilite estão em remissão, e respeitando o limiar de dor.

O fortalecimento da musculatura afetada, por meio da musculação, então, tem de acontecer após o quase completo desaparecimento dos sintomas.

Sempre com exercícios com cargas progressivas e sempre respeitando a dor e interrompendo o exercício em caso de aumento dos sintomas.

O ideal é começar ou retomar a musculação com a supervisão de um profissional capacitado.

Os exercícios indicados neste caso são de fortalecimento de antebraço (flexão e extensão do punho) e de cotovelo (flexo-supinadores e prono-extensores).

O foco nos exercícios para o antebraço são exercícios de tipo excêntrico.

É indicado o fortalecimento dos músculos do ombro (manguito rotador) e da escápula, em particular o trapézio médio e inferior e serrátil anterior.

Ao realizar os exercícios é importante trabalhar a estabilização do abdômen também, recrutando os abdominais.

Tratamento caseiro para epicondilite

Como escrevi antes, em alguns casos a epicondilite pode desaparecer espontaneamente, após um ano e meio, em média.

Porém, alguns alguns tratamentos caseiros, para aliviar os sintomas e acelerar o processo de cura, podem ser adotados, como adaptações, órtese, gelo, relaxamento, alguns exercícios e uso de confrei ou gengibre.

Veja em detalhes abaixo cada um destes tratamentos caseiros.

Lembramos, mais uma vez, que procurar um profissional da saúde nos primeiros sintomas vai permitir que você tenha certeza do seu diagnóstico.

Em primeiro lugar identifique os movimentos que podem ser causadores do surgimento dos sintomas.

São movimentos que geralmente implicam a flexo-extensão do punho, mas também a prono-supinação do antebraço (o movimento que fazemos quando giramos uma chave para abrir e fechar a porta).

Após tê-los identificado tente diminuir sua frequência, se for possível, ou use algumas estratégias como:

  • Fazer intervalos freqüentes, idealmente a cada meia hora, ou até mais. Quando for possível faça alguns alongamentos nos momentos de descanso;
  • Utilize alguma facilitação, como um mouse ou um teclado mais ergonômicos ou ferramentas menos pesadas;
  • Faça alterações das ferramentas quando possível (colocar EVA em volta do cabo de vassoura ou do rodo, diminui a quantidade de força necessária para segurá-lo).

Uso de órtese

No geral podem ter benefícios como a redução de dor, pois permite o descanso do músculo afetado.

As órteses podem ser de diversos tipos e diferentes preços.

Atualmente existe uma órtese para epicondilite, que se apresenta no formato de uma faixa que se aplica logo abaixo da inserção do tendão, para retirar dele a tensão excessiva.

Porém, uma revisão sistemática recente não mostrou diferença entre os tipos de órteses.

Aplicação de gelo

O gelo é um poderoso analgésico (tira a dor), com pouquíssimas contra-indicações e, geralmente, todos temos à disposição em casa.

Utilize a compressa de gelo varias vezes no dia, durante 20 minutos, aguardando pelo menos uma hora entre uma aplicação e outra.

Certifique-se de envolver o gelo em tecido, para não causar queimaduras a pele.

Repouso, não imobilidade!

Apesar de ser necessário diminuir ou suspender algumas atividades, não é o ideal manter o membro totalmente imóvel.

Exercícios leves praticados de uma a duas vezes por dia, possivelmente durante 3 meses, serão essenciais na recuperação.

7 exercícios de fisioterapia práticos e simples que você pode aplicar hoje:

1. Flexionar e estender o punho

Flexione o punha para frente e para trás.

Comece com 10 repetições e faça até 3 séries de 10 repetições, a medida que sua dor diminuir.

2. Alongar flexores e extensores do punho

Com o braço esticado para a frente segure a mão do lado afetado, conforme indicado pela imagem.

Você precisará sentir, uma leve tensão na musculatura do braço, porém de forma suportável. Não se machuque!

Segure por 30 segundos e faça 3 séries.

Faça este exercício apenas no lato afetado.

3. Pronação e supinação do cotovelo

O movimento de prono-supinação é também conhecida como pronação e supinação do antebraço.

Com o antebraço apoiado sobre uma superfície e com o cotovelo dobrado em 90º, faça uma rotação do antebraço, com as mãos abertas, como mostra a imagem.

4. Flexo-extensão de cotovelo

Com o braço esticado ao longo do corpo, dobre o cotovelo até que a mão se aproxime no ombro.

Mantenha o braço parado, movimento apenas o antebraço.

Importante não forçar o punho.

5. Flexionar e dobrar com um peso

Exercícios com pesos são importantes para fortalecer a musculatura.

Você pode usar objetos que encontrar em casa, como latinhas de alimentos, garrafinhas de água ou pacote de espaguete.

Para o primeiro exercício, apoie o antebraço em uma superfície, com o cotovelo em 90º e deixe o punho livre para movimentação.

Movimente lentamente apenas a mão para baixo e para baixo e para cima, conforme a figura esquerda.

Já o segundo exercício, é basicamente o mesmo movimento, porém com a mão invertida (voltada para o chão).

É importante que este movimento seja feito lentamente.

Comece com poucas repetições, até alcançar 3 séries de 10 repetições.

6. Fortalecimento serrátil anterior

Fique com as palmas da mão apoiadas na parede, os pés abertos na largura do quadril e posicionados como na imagem.

Flexione os braços tentando aproximar o rosto da parede, mantendo o corpo sempre firme.

Esse exercício fortalece a musculatura da escápula.

Comece com poucas repetições e aumente até 3 séries de 10 repetições.

Sempre respeitando seu limite, pautado pela sua dor.

7. Fortalecimento trapézio inferior

Este é mais um ótimo exercício para fortalecer a musculatura da escápula.

Deitado com a barriga para baixo, encostada em uma superfície plana (como um colchonete ou um colchão firme).

Posicione os braços estendidos ao longo do corpo e coloque as palmas das mãos viradas para baixo.

Erga os braços da superfície e segure nesta posição de 6 a 10 segundos.

Comece com poucas repetições, até chegar em 3 séries de 10 repetições.

Neste exercício não encolha os ombros. Uma boa referência é mantê-lo estendido, ‘longe das orelhas’.

Ao fazer este exercício tente aproximar as escápulas em uma posição de ‘V’, como mostra a imagem abaixo.

Confrei (Symphytum Officinale)

O confrei é uma planta com uso medicinal de suas raízes e folhas há centenas de anos em muitas culturas.

A pesquisa pelo confrei tem crescido muito nos últimos anos, pois essa planta se revelou realmente efficaz na aplicação tópica (na pele).

Afecções como dor lombar, osteoartrite (ou artrose, como é comumente conhecida), contusões após a prática esportiva, entre outras lesões são alguns exemplos que o confrei tem apresentado resultados.

Isso se deve ao seu efeito, comprovadamente, analgésico e anti-inflamatório.

Além de também ajudar na regeneração dos tecidos.

A aplicação pode se dar em forma de creme, cataplasma, emplastro, compressa, extrato, decocto, entre outros métodos.

A indicação de uso do confrei aprovada pela Anvisa é tópico: isto é, passar externamente no local afetado.

A ação é cicatrizante e pode ser utilizado para equimoses, hematomas e contusões.

Contudo, a própria Anvisa recomenda utilizar por no máximo 4 a 6 semanas no ano e não utilizar em lesões abertas.

Quando ingerida, a planta pode ter efeito hepatotóxico (agride o fígado) e seu uso em altas doses ou por tempo prolongado está relacionado com o aparecimento de alguns tipos de câncer, devido a componentes chamados alcalóides pirrolizidínicos.

Por isso seu uso interno, como um chá de confrei, por exemplo, é contra-indicado.

Seguindo essas indicações, o uso tópico das folhas e raízes do confrei é indicado para o tratamento caseiro da epicondilite, seja ela lateral ou medial.

Gengibre (Zingiber Officinale)

O gengibre é reconhecido em vários estudos pelas suas propriedades anti-inflamatórias.

Um estudo mostrou benefícios em atletas com dores musculares que consumiram 2 gramas de gengibre crú durante 11 dias.

Um segundo estudo mostrou que a ingestão de uma cápsula de 750mg de gengibre não trazia mais reações adversas que o uso de Diclofenaco (um remédio anti-inflamatório) e mostrou que o gengibre aumentava benefícios frente o uso exclusivo de diclofenaco.

Apesar de ser um alimento razoavelmente seguro, evite o uso excessivo e consulte um médico em caso de reações adversas.

Siga orientações médicas em caso de gravidez.

Evite automedicação

A maioria dos remédios antiinflamatórios usados nesses casos, em particular no estomago, em casos mais graves pode chegar a gerar uma ulcera.

Esses medicamentos podem ter ações adversas importantes em pacientes com alguma doença não controlada.

Saiba mais:

Artigo: Epicondilite Lateral Medial: Saiba o que é

Se você leu até aqui, já conferiu o artigo acima, e ainda tem alguma dúvida, ou quiser sugerir algum assunto, deixe nos comentários abaixo.

Terei o maior prazer em responder.

Até mais!

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Dra. Lavinia Clara é Fisioterapeuta pela Universitá degli Studi di Milano, com pós-graduação em Fisioterapia em Pneumologia e Fisioterapia em Ortopedia e Traumatologia pela Universidade Federal de São Paulo. Atual Doutoranda pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). – CREFITO: 151380-F



PLUS: CID 10 – Classificação Internacional de Doenças

(Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde)

CID 10 para Epicondilite Medial e Lateral:

CID 10 M77.0Epicondilite medial
CID 10 M77.1Epicondilite lateral

Quer saber quais foram todos os CIDs que já publicamos aqui no Dicas de Fisioterapia? Clique aqui.


Fontes

http://portal.anvisa.gov.brhttp://www.uepg.br/fitofar/dados/confrei.pdfChristiane Staiger. Comfrey: A Clinical Overview. Phytother Res. 2012 Oct; 26(10): 1441–1448; https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5367546/
Alfonso Vaquero-Picado, Raul Barco, and Samuel A. Antuña.Lateral epicondylitis of the elbow. EFORT Open Rev. 2016 Nov; 1(11): 391–397; https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26001427Amin NH, Kumar NS, Schickendantz MS. Medial epicondylitis: evaluation and management. J Am Acad Orthop Surg. 2015 Jun;23(6):348-55; https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0972978X17302957?via%3DihubSandip P.Tarpada,Matthew T.Morris, JaysonLian, Sina Rashidi. Current advances in the treatment of medial and lateral epicondylitis .Journal of Orthopaedics. 2018;15(1):107-110; https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4710923/
Hongzhi Tang et al. Acupuncture for Lateral Epicondylitis: A Systematic Review. Evid Based Complement Alternat Med. 2015; 2015: 861849; https://online.boneandjoint.org.uk/doi/full/10.1302/0301-620X.95B9.29285
Z. Ahmad et al. Lateral epicondylitis. A review of pathology and management; The joint and bone journal. 2013;95-b(9); https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3312643/Evelyn Bass. Tendinopathy: Why the Difference Between Tendinitis and Tendinosis Matters. Int J Ther Massage Bodywork. 2012; 5(1): 14–17; https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4799438/Marcio Cohen e Geraldo da Rocha Motta Filho. LATERAL EPICONDYLITIS OF THE ELBOW. Rev Bras Ortop. 2012 Jul-Aug; 47(4): 414–420; https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20418184Black CD1, Herring MP, Hurley DJ, O’Connor PJ. Ginger (Zingiber officinale) reduces muscle pain caused by eccentric exercise.J Pain. 2010 Sep;11(9):894-903; https://www.oarsijournal.com/article/S1063-4584(14)01276-X/fulltextBartels E.M. et al.Efficacy and safety of ginger in osteoarthritis patients: a meta-analysis of randomized placebo-controlled trials. Ost and Cart. 2015;23(1): 13–21


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    • AvatarVivian
    • 7 de fevereiro de 2019
    Responder

    Boa tarde.
    A dúvida é se tenho que me afastar do trabalho para curar a epicondilite.Estou desde setembro, já fiz tratamento medicamentoso,fisioterapia, e só melhoro de repouso. Obrigada,
    Vivian Moreira
    31987954451

  1. Responder

    Adorei as dicas, a fisioterapia é incrível! Parabéns pelo blog.

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